Esta região sofreu mudanças para a ação do homem. Os animais estavam escassos. Os mais comuns eram os cervos, o gambá, o nandu, o cabeludo, mula de Ia, o pampeano de raposa, o vizcacha, o puma e o gato do pajonales. Entre os pássaros realçaram os açougueiros, como o chimango e o carancho, além do tero, o chajá e o papagaio.
Especialmente no Paraná além da fauna mencionada para a planície, ao lado dos rios, existiu uma grande variedade de répteis, como o yarará de cobra terrível, lá, próximo a lagartos, batrácios e muitos pássaros. Entre este último ones elas eram as perdizes, o chorlo, a coruja, a coruja, o beija-flor, o forno-pássaro, o benteveo e o estorninho.
Ao chegar os primeiros europeus ao pampeana claro, pelo meio do século de XVI, as mudanças grandes começaram. Eles trouxeram cavalos e bovino que eles ficaram selvagens e eles começaram a povoar a planície. A abundância de comida e a ausência de açougueiros grandes favoreceram o desenvolvimento expresso deles/delas, enquanto competindo com espécies nativas como o cervo e o nandu.
A caça para obter couro e sebo, as guerras civis da primeira parte do século de XIX e o malones dos nativo fizeram que o gado selvagem começou a desaparecer. Foi substituído por outro bovino e raças cavalares, mais destine o novo agrícola e atividades de gado, a partir de 1870 quando começou a chegar o inmigratorio de aluvião.
Os cultivos e os gado elevando não só dizimaram o gado selvagem, mas também para cervo, ñandúes e quase a fauna terrestre inteira. Do mesmo modo, a maioria da flora e fauna ao lado do rio o Paraná extinguiu devido à instalação de infra-estrutura de porto e de serviços. A que fica até hoje é parte do avifauna que habita os montes novos, plantada como tela de ventos para proteger o gado e os cultivos. |